Faz uns dois anos que saiu
Pura Picaretagem, livro em que eu e o físico carioca Daniel Bezerra dissecamos as falácias pseudocientíficas que tentam aderir ao campo perfeitamente legítimo da física quântica, mais ou menos como cracas grudam nos casos dos navios. A obra gerou, vem gerando, um
feedback dos leitores que, se não é caudaloso, é constante: gente que ou escreve na
página do livro no Facebook, manda e-mail ou inbox.
Uma coisa que tenho notado, no entanto, é uma mudança no tipo do feedback: no início, ele vinha quase sempre de gente comum ou professores, na maioria dos casos comentando o livro em si ou pedindo algum esclarecimento sobre nossas fontes bibliográficas. Em tempos recentes, começaram a predominar os contatos que buscam chamar minha atenção para algum
evento deprimente ou para o
uso do nome quântico em vão. Na última semana, no entanto, chegou algo totalmente novo: um pedido de socorro.
Um contato me procurou, via rede social, para pedir auxílio: uma pessoa ligada a …