Ponha um turbante, faça vaticínios, apareça na mídia

Sem deputados trabalhando no Congresso e com falta de assunto nos jornais, em todo começo de ano a mídia recorre às famigeradas previsões de adivinhos e profissionais da astrologia. O editor, pago para separar a futilidade da relevância, aproveita e terceiriza a responsabilidade para o leitor. Mas você também pode criar suas próprias previsões, tão ou mais precisas que os bidus consultados pela imprensa, seguindo os sete (número místico) passos que descrevo no site da revista Galileu.

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