A volta do Telescópio!

Depois de um mês de férias, minha coluna Telescópio volta a sair no Jornal da Unicamp. A desta semana tem, entre outras, a seguinte nota:

Análise da Wikipedia prevê epidemias

Cada vez mais pessoas buscam informações sobre doenças na internet antes de procurar ou obter atendimento médico, o que faz com que uma análise das estatísticas de acesso à Wikipedia possa detectar uma epidemia antes que ela seja registrada pelas autoridades sanitárias, diz artigo publicado no periódico "PLoS Computational Biology". (Leia o restante da nota, e as demais, neste link)

Comentários

  1. Aguardo ansiosamente um post sobre o problema de falta de águam em São Paulo

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  2. Oi, Evandro! Postar o quê? É a velha história da incúria brasileira: pra coisa funcionar direito, precisa de quatro parafusos. A gente põe dois e reza pra dar tudo certo. Uma hora não dá.

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  3. Oi, Orsi. História verídica, para confirmar sua metáfora:
    Eu estava em uma empresa da minha cidade, e uma equipe de técnicos e engenheiros estava fazendo uma manutenção em uma máquina de vários milhões de dólares. Eu não era da área, estava lá tratando de outros negócios com um supervisor desta empresa.
    Os tais engenheiros haviam "penado" para retirar uma peça presa por cinco parafusos de difícil acesso. Na hora de montar, colocaram só quatro. O supervisor, descendente de alemães de Joinville, comentou comigo: "Isso não vai dar certo. Essa máquina é alemã, e se os alemães colocaram cinco parafusos, é porque precisa de cinco parafusos". Mas como não tínhamos nada com a história, ficamos quietos. A equipe de manutenção terminou o serviço e foi embora. Dois dias depois, a tal peça, em que faltava um parafuso de fixação, quebrou: a máquina ficou parada por vários dias, o custo dos reparos passou dos cem mil reais, fora a perda de produção.

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    Respostas
    1. É a impressão que tenho de como as coisas costumam ser feitas por aqui. No setor público: o protótipo funcionou com três, mas depois de testes o fabricante passou a recomendar quatro, e as normas internacionais de segurança pedem cinco; licitam-se seis e só se instalam dois. Já no setor privado, faz-se tudo com um só mesmo, que deus é brasileiro e aqui não tem frescura.

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