O "deus dos teólogos" e o "deus dos ateus"


 O “Deus dos teólogos”, ri-se Eagleton, não tem nada a ver com a caricatura grosseira que os “novos ateus” tanto atacam.
Essa é uma crítica tão recorrente que, à moda de Goebbels, já começa a ser levada a sério até mesmo entre pessoas que deveriam estar mais bem informadas. Por isso, peço licença para me deter um pouco nela.
Vejamos como Eagleton define esse “Deus dos teólogos”. Esse Deus é “absoluta e gloriosamente inútil”; é a “condição e possibilidade de toda e qualquer entidade, não sendo ele próprio uma entidade”; se o mundo é o melhor que Deus pode fazer, sentencia nosso pio autor, “seu talento, cá entre nós, deixa muito a desejar”. Por fim, Eagleton considera simplória e risível a presunção de que “ter fé neste Deus significa acima de tudo aderir à proposta de que ele existe” (...)

Para ler a íntegra de meu artigo sobre as críticas de Terry Eagleton a Richard Dawkins e Chrisptopher Hitchens, visite o site Amálgama!

Comentários

  1. Carlos, gostei muito do seu texto (como sempre, aliás). Também aceitei seu convite para visitar o Amálgama, que não conhecia: Sinceramente, preferiria vê-lo em melhor companhia. Não pretendo voltar lá, nem pelos outros colunistas nem pelos frequentadores.

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