Muita coisa já foi escrita sobre o artigo de JR Guzzo , publicado na edição desta semana da revista Veja , argumentando, em linhas gerais, que as estratégias e demandas do movimento gay acabam atraindo sobre os homossexuais exatamente o mesmo opróbio e a mesma antipatia do público que o movimento deveria lutar para destruir. Não há nada de obviamente errado (ou certo) nessa proposição. Supondo que Guzzo esteja correto, não seria a primeira vez que, no afã de combater uma injustiça, um grupo acaba perpetrando outras. Mas a proposição, em si, deve cair ou se sustentar com base em evidências (que o artigo não apresenta, exceto por um dois casos em que o adjetivo "homofóbico" parece ter sido usado de modo injusto) e argumentos, e é na parte argumentativa que eu gostaria de me concentrar, porque tenho a impressão de que o preclaro articulista inventou um novo tipo de falácia. Quem acompanha o blog sabe que ciência, lógica e retórica são temas caros por aqui, então, antes de en...
Tudo na matéria é residual do antes de ser. Portanto, na verdade, nada é sólido. São vidas microscópicas degeneradas e deformadas que se aglutinam de acordo com a natureza da deformação, que são infinidades. Tudo veio da água, que antes de ser água era um líquido grosso. Antes de ser líquido grosso era goma. E antes de ser goma era energia pura, limpa e perfeita, no seu estado natural e no seu campo natural, acima do universo em que vivemos e que existe e tem se comunicado com o nosso universo, através de várias materializações na Terra, como luzes de diversos matizes, como discos voadores e através do livros que ditaram aqui na Terra: Universo em Desencanto. O assunto é vasto, fantástico, mas, requer estudo meticuloso, sem paixões. Parabéns pela postagem!
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