Os números não mentem

Muitos anos atrás, militando no jornalismo diário, conheci um editor que era profundamente alérgico a estatísticas. “Se um rico come um frango inteiro, e um pobre não come nada”, argumentava ele, “estatisticamente, cada um comeu meio frango!”. O importante, insistia, eram as histórias humanas: mais relevante que a média dos frangos era a dura vida do sujeito sem frango nenhum. Mas mesmo sabendo que estatísticas podem ser (mal) usadas, sempre desconfiei mais de seu oposto: exatamente das tais histórias “humanas” que o editor preferia. Leia a coluna completa na Revista Galileu.

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