Micróbios astronautas no sistema TRAPPIST-1


Se a vida surgiu em pelo menos um dos sete planetas localizados em órbita da estrela TRAPPIST-1, há uma alta probabilidade de que ela tenha se espalhado pelos demais, aponta estudo publicado no repositório de artigos científicos de exatas ArXiv. Os trabalhos lançados no ArXiv ainda não passaram por revisão pelos pares, mas são oferecidos para discussão pela comunidade acadêmica e podem acabar sendo aceitos por periódicos estabelecidos.

Os autores do artigo, da Universidade Harvard e do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, propõem um modelo para calcular a probabilidade de ocorrência de eventos em que rochas ejetadas ao espaço por um planeta, após o impacto de um cometa ou asteroide, transportem micróbios viáveis para outro, num processo chamado “litopanspermia”. Leia nota completa no Telescópio.

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